Entrevista para a Revista EI! como Embaixadora BELTA

Tive a oportunidade de falar um pouco sobre minhas experiências com intercâmbio e como criadora de conteúdo.

Desde janeiro eu sou -e com muito orgulho – a Embaixadora Oficial Belta que é a associação referência no quesito intercâmbio, sendo reconhecida no Brasil e no exterior a quase 30 anos!!!

Desde então, desenvolvemos campanhas e projetos incríveis, como o Grupo Montreal 2022 que vocês estão acompanhando em minhas redes sociais (@mialvess). Pra mim, isso tem sido muito especial, sabe?! É tipo o reconhecimento máximo do meu trabalho ser escolhida e convidada da Belta para ser embaixadora. Além de poder contribuir com sua nova fase que esse vídeo apresenta… e aliás! me diz se não é inspirador…

Tenho certeza de que essa relação está apenas começando e em breve lançaremos mais novidades para vocês.

A Belta faz vários trabalhos incríveis para você que já fez ou quer fazer intercâmbio e, entre eles, a Revista EI!, que eu tive a oportunidade de participar numa entrevista onde conto sobre minhas experiências em diferentes tipos de intercâmbio : primeira viagem, maiores dificuldades e principais dicas. Além disso, falei sobre minha carreira como criadora de conteúdo. Se você gosta de intercâmbio assim como eu, não pode deixar de conferir todas as matérias dessa edição da Revista EI! e minha entrevista completa.

Como começou essa paixão por intercâmbio? 

Fiz o meu primeiro intercâmbio quando tinha 20 anos. Morei em Denver, capital do Colorado, nos Estados Unidos, por 18 meses, como Au Pair. Eu sempre via o intercâmbio como algo muito distante da minha realidade, então eu achava que não era pra mim, mas foi dar o primeiro passo e eu vi que há diversas formas de viver essa experiência. No meu caso, com o programa Au Pair eu tive a oportunidade para passar um tempo no exterior e realmente ver como era. Quando eu fui e vi que o mundo é muito maior do que a gente pensa, do que a nossa bolha, a nossa família, nossa cidade… foi muito transformador.

E de lá para cá, o que mais aconteceu? 

Depois do primeiro intercâmbio, estudei Business English em Nova York, estudei também em Toronto, no Canadá, em Oxford e Liverpool, na Inglaterra. E na Escócia estudei em Edimburgo. Já fiz uma viagem cultural bem legal pra Itália e  estudei um mês em Dublin. 

Quais deles foi o favorito? 

Olha, é difícil escolher a que eu mais gosto. Todos foram muito especiais!!! Eu sempre falo que o intercâmbio é uma experiência muito única. Mesmo que eu volte para o mesmo lugar, para a mesma cidade, mesma época do ano… não vai ser uma experiência igual àquela que eu já vivi.  Então, eu acho que todos são bem memoráveis, carrego todos com muito carinho. 

Qual sua dica de ouro para quem está pensando em fazer o primeiro intercâmbio? 

A base do intercâmbio é o planejamento

  • Pesquisar quais são os tipos de intercâmbio disponíveis.
  • Definir o destino.
  • Entender o quanto esse sonho de estudar no exterior custa
  • Quanto tempo você vai demorar pra levantar esse dinheiro?

Sem planejamento, a gente não consegue alcançar nossos objetivos. Então é priorizar realmente esse projeto de intercâmbio porque não é algo barato, não é um investimento baixo, então precisa de planejamento para dar tudo certo e você se sentir mais confiante e tranquilo. 

DICAS DE APP PARA INTERCÂMBIO

5 Apps que você deve ter no smartphone durante um intercâmbio

  • Google Maps – Ajuda demais para ver os trajetos que precisa fazer com transporte público quando sai de casa pra escola e também pra conhecer os pontos turísticos.
  • SkyScanner – Para pesquisar as passagens de voo mais baratas, principalmente se você está na Europa. É ótimo para planejar viagens low cost.
  • Flixbus – Para viajar de ônibus pela Europa, o que é muito mais barato do que viajar de trem. Perfeito para quem quer economizar. Nos EUA o Megabus é ótimo também. 
  • Google Translate – Com ele dá pra usar a câmera do celular para traduzir placas e também para se comunicar, ou tirar alguma dúvida que você tenha sobre o idioma.
  • Happy Cow – Serve para encontrar restaurantes veganos pelo mundo!

PERRENGUES CHIQUES

Mesmo planejando tudo, sempre acontece um perrengue ou outro … o que é super normal, e é até bom que essas coisas aconteçam para ter boas histórias para contar!

No começo, principalmente no meu primeiro intercâmbio, quando eu não sabia me comunicar muito bem, usava o tradutor do google e mímica para me fazer entender.  Uma vez, a pessoa me perguntou alguma coisa, eu respondi ‘yes’ e ela ficou com uma cara de ‘hm… sério?’. É uma pergunta que eu não sei qual foi até hoje, mas provavelmente eu deveria ter respondido não ou qualquer outra coisa. 

Quais foram os objetivos com os intercâmbios? Estudar o idioma, outros cursos? 

Tirando a primeira viagem, todos os outros foram um pouco mais curtos, de três a quatro semanas, e com o viés de estudar o inglês, de preparar para um teste de proficiência como o IELTS, ou de fazer business english… 

A gente sabe que o intercâmbio não é só o estudo em si, então eu mostro muito da rotina do intercambista, da minha alimentação vegana em cada lugar que eu vou, da cultura em si, das atrações, tudo que envolve uma experiência como o intercâmbio. Tenho a ideia de nos próximos anos aprender outros idiomas, como francês e espanhol.

Quando você resolveu produzir conteúdo em cima do tema intercâmbio? 

Durante a experiência como Au Pair, comecei a criar conteúdo e a fazer os vídeos pro meu canal de YouTube, que é meu carro-chefe e me traz mais retorno. A ideia foi documentar a experiência que eu estava tendo, mas quando eu comecei a ver que poderia colher os frutos e transformar isso no meu trabalho, tudo só melhorou.  Consegui juntar paixões de viajar, de estudar e de trabalhar com aquilo que gosto. A partir do momento que você começa a viajar, você quer fazer isso o máximo de vezes possível. Desde sempre eu sonhava em conhecer lugares, e quando a gente começa a realizar esses sonhos, a gente percebe, principalmente sendo mulher, que é possível, que a gente consegue.

São sete anos de criação de conteúdo, sempre tentando viajar para trazer uma nova experiência para quem me acompanha, e ajudar a galera a identificar o melhor destino, tipo de intercâmbio e etc. Me diz?! Te ajudei um pouquinho mais para realizar o sonho do seu intercâmbio?

Dê o primeiro passo, isso é muito importante! Não deixa de conferir o meu post  As melhores Agências de Intercâmbio em 2021.

Quais são os países que exigem seguro viagem?

Já comentei por aqui, no YouTube, em todo lugar: o seguro de viagem é uma daquelas coisas que ninguém quer pagar ou investir, mas que é super necessário. Claro, seria muito mais legal investir a grana do seguro em alguns dólares ou eurinhos a mais para gastar durante a viagem, eu sei. Hoje eu quero te contar mais sobre os destinos que exigem o seguro de viagem, independente de você querer pagar por ele, ou não.

O Tratado de Schengen por exemplo, é um acordo feito pelos países europeus que determina algumas regras para o turismo, ou outros tipos de vistos, por lá. Uma das exigências do acordo é a contratação de um seguro viagem de no mínimo €30.000 de cobertura, uma garantia de que a pessoa estará segurado em qualquer imprevisto.

Com um seguro viagem em mãos, você consegue circular livremente nos países que pertencem ao Tratado. Basta apresentar o seguro juntamente do passaporte ao entrar em cada fronteira, durante uma eurotrip por exemplo.

Lista de Países que fazem parte do Tratado de Schengen:

Alemanha
Áustria
Bélgica
Dinamarca
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Estônia
Finlândia
França
Grécia
Hungria
Islândia
Itália
Liechtenstein
Letônia
Lituânia
Luxemburgo
Malta
Noruega
Países Baixos
Polônia
Portugal
República Tcheca
Suécia
Suíça

Há ainda quatro países que não fazem parte da União Europeia, mas que aderiram o Tratado de Schengen e suas exigências: Islândia, Suíça, Noruega e Liechtenstein.

Além dos países acima, existem alguns outros que exigem seguro viagem para que o turista possa entrar no país de destino, como é o caso de Cuba,  que exige cobertura mínima de US$ 10.000 para assistências médicas. Na Venezuela, a cobertura mínima é de US$ 40.000 para coberturas de assistência médica. Já a Austrália, apesar de exigir seguro viagem, não estipula valor da cobertura.

Por experiência própria eu indico fazer seguro de viagem pra quando você viajar para os Estados Unidos, não é obrigatório, mas o sistema de saúde lá não é público e muito pelo contrário, é super caro! Então melhor prevenir, porque nem uma ida rapidinha para tomar um soro por exemplo, vai ser barato. Infelizmente!

E pra te deixar um pouco feliz e economizar no Seguro de Viagem, indico o EASY SEGUROS que eu uso em todas as minhas viagens e nunca me deixou na mão, por isso descolei um desconto especial que você pode conseguir clicando nesse link aqui: CLIQUE AQUI   e usando o código CABIDE15OFF

Beijo e boa viagem!

VISITEI AUSCHWITZ I E AUSCHWITZ II – Viagem Sozinha

Desde que estudei sobre a Segunda Guerra Mundial no ensino fundamental, passei a ter muito interesse no assunto. Pensei na possibilidade de visitar Auschwitz, mas sabia que precisava estar preparada pra isso. Li inúmeros livros sobre holocausto, nazismo, fascismo, a vida de Hitler, a vida dos judeus, a vida pós-guerra, li todas as revistas de história que eu encontrava sobre o assunto e até fui a palestras de italianos filhos de sobreviventes contando as histórias de seus pais. Ainda não foi suficiente.

Eu só tinha um final de semana na Cracóvia e queria visitar tanto Auschwitz quanto a mina de sal, então comprei os dois passeios juntos. Paguei em média 80 euros pelos dois, incluindo transfer do hotel até os lugares, visita guiada nos dois, lanche e transfer de volta ao hotel. A visita inclui dois campos: Auschwitz I e Auschwitz II – Birkenau.

portão Auschwitz I

Auschwitz I era um antigo quartel polonês que foi tomado pelos alemães. Na entrada, o famoso portão com a frase “Arbeit Macht Frei” (“o trabalho liberta”). É nos prédios desse campo que fica o museu. Lá podemos ver vários objetos que restaram dos últimos dias antes da chegada dos russos – apenas dos últimos dias, pois todos os bens eram enviados para os alemães. Podemos ver também as latas dos venenos usados nas câmaras de gás, os quartos
onde dormiam os prisioneiros, as celas, a primeira câmara de gás construída para teste, fotografias dos prisioneiros, toneladas de cabelo feminino (a pior parte), a famosa parede da morte e inúmeras malas dos prisioneiros que chegaram no último trem. Todas as malas tinham nomes escritos, algumas também tinham a data de nascimento e endereço. Eles tentaram da melhor forma identificar seus pertences, pois cada um só poderia levar uma mala, então
levaram tudo que tinham de mais precioso. Não faziam ideia do que os esperava.

câmara de gás

parede da morte

A princípio, os prisioneiros eram executados nessa parede à tiros, porém levava tempo, fazia muito barulho e muita bagunça. Os nazistas precisavam de algo mais potente, mais eficiente. Foi aí que criaram as câmaras de gás. Nessa visita guiada é possível entrar na primeira câmara construída e ver os buracos no teto por onde eles jogavam o veneno. Eu confesso que ainda não tenho estômago pra descrever a energia daquele lugar. É quase como se as almas ainda estivessem ali. A energia é muito forte, não só dos judeus, mas também as dos nazistas. A sensação que eu tive era de como se eu pudesse ouvir, ao mesmo tempo, o grito de socorro das almas inocentes e a risada orgulhosa dos monstros que faziam isso.

Auschwitz II é 22 vezes maior que Auschwitz I. Nenhum prédio está aberto para visitas, exceto o prédio dos banheiros que é uma réplica do original. As câmaras de gás foram explodidas pelos nazistas para que não ficassem vestígios dos crimes cometidos naquele lugar. As ruínas permanecem lá exatamente da forma que eles deixaram. É inexplicável a agonia que eu senti vendo aquelas ruínas.

ruínas Auschwitz II

É também em Auschwitz II que vemos a famosa linha do trem por onde chegavam os prisioneiros. No meio do campo, havia uma seleção. Os médicos e guardas nazistas escolhiam quem iria trabalhar e quem iria direto para a morte. Os escolhidos para trabalhar iam pros campos – os outros seguiam direto no trem até o fim da linha, onde seria, também, o fim de suas vidas. Quando os nazistas souberam que a guerra estava perdida e os russos estavam chegando, não se preocuparam mais em recrutar  trabalhadores. Todos iam direto para a morte. Não havia espaço para tanta gente nos crematórios, foi quando começaram a queimar os corpos ao ar livre. E os próprios prisioneiros tinham que limpar a bagunça depois.

linha do trem
sapatos perdidos

Não sei se você, que está lendo isso, acredita em energia. Mas depois dessa visita, fica impossível não acreditar. Eu senti tudo conforme passava pelos lugares. Senti desespero, agonia, tristeza, solidão. No total, a visita durou em média 5 horas. Depois de 3 horas eu já estava doida para sair dali. Isso porque eu havia me preparado muito. Mas você nunca está preparado o suficiente para visitar um local criado para extermínio de vidas inocentes onde 1,3 milhão de pessoas sofreram todo tipo de humilhação possível até serem mortas como se fossem pulgas. Hoje é quarta-feira, fiz a visita no domingo. Ainda tenho dificuldades pra dormir. Ainda fico com as imagens na cabeça toda vez que fecho os olhos. Ainda saio na rua e me pergunto como as pessoas conseguem viver felizes fingindo que nada disso aconteceu. Foi horrível, foi pesado, sombrio, macabro. Eu queria poder não lembrar das coisas que vi. Mas tudo aconteceu, e precisa ser lembrado.

Eu não chorei. O impacto foi muito grande. Não tive tempo para chorar. Foi o dia mais pesado da minha vida. Mas é importante lembrar que o mundo não mudou. As ideias que levaram os nazistas a fazerem o que fizeram ainda existem nos dias de hoje. A diferença é que ainda não surgiu um Hitler para pô-las em prática. Sendo assim, vale a visita. É importante ver o quão absurdo foi o nosso passado para refletirmos sobre o nosso presente e impedirmos que o futuro seja assim tão trágico.


Esse post faz parte do projeto “leitores no blog” onde cada um pode enviar sua história de viagem e aparecer por aqui. O post de hoje foi escrito pela Deborah Izel, você pode encontrar ela no Instagram: @deborahizel . Ela é au pair na Bélgica e fala bastante sobre sua vida e viagens por lá.

Sempre viaje seguro!

Sempre falo, não importa quanto tempo você for passar no exterior, é importante ter um seguro viagem!

Infelizmente coisas ruins podem acontecer em qualquer lugar, por isso é importante você estar assegurado e tranquilo durante a sua viagem Por este motivo, venho indicar o seguro de viagens que eu sempre uso e adoro: EASY SEGUROS VIAGEM.

Só ele tem atendimento 24h em português, onde você estiver. O EASY cuida de viajantes em todos os continentes desde 1951, e conta com a OMINT, a melhor cobertura do mercado.

O EASY é super flexível e oferece coberturas diferentes para cada etapa da vida e para cada um dos seus objetivos. Há coberturas para gestantes, planos especiais para viajantes de até 80 anos e cobertura adicional para a prática de esportes.

Dependendo do país que você for viajar, será necessário escolher um pacote específico de seguro. Na Europa por exemplo, desde 1985 para fazer qualquer viagem por lá você precisa de uma assistência viagem, com cobertura mínima de 30 mil euros.  Isso foi colocado como regra graças ao acordo de Shengen, assinado por países como: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Noruega, Holanda, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça. Esse é o mesmo tratado que faz com que a apresentação do passaporte nas fronteiras desses países não seja obrigatória.

Já nos Estados Unidos o indicado é viajar com uma assistência viagem com cobertura mínima de 50 mil dólares, isso porque o sistema de saúde por lá é beeem caro e qualquer procedimento costuma custar uma fortuna. Eu mesma já morei por lá e por conta de uma dorzinha de garganta a conta do hospital deu super alta.

Então se você tem uma viagem marcada, o mais legal vem agora: Você pode contar com o melhor seguro de viagem do Brasil com uma condição especial de 15% de desconto.

Para ativar seu desconto é muito fácil: é só entrar no EASYSEGUROVIAGEM.COM.BR, e incluir o meu código: CABIDE15OFF. Aí é só escolher o plano ideal para você e pronto: partiu viajar com toda a segurança que você merece.

Essa foi a dica de hoje. Na hora de viajar, faça como eu: vá tranquilo. Vá com EASY.

Febre amarela: Vacina e Seguro Viagem

A gente sabe sobre o surto de febre amarela que aos poucos está se espalhando pela região Sudeste e outros cinco estados do país. Não é apenas para quem está em áreas de risco o dever de ser vacinado contra a doença, mas também quem viajará para fora do Brasil nos próximos meses, dependendo do país a ser visitado. A apresentação do certificado que comprova a prevenção já é obrigatória em mais de 100 destinos ao redor do mundo e, com o alerta, a lista não para de crescer, como o Paraguai, que aderiu à regra em fevereiro. Eu fui pro Peru em 2017 e tive que tomar a dose completa, retirar o certificado e apresentar ao entrar no país.

É essencial se informar sobre as exigências dos países com relação à saúde, ok? Nesse momento de cuidados em relação à febre amarela, o CIVP (Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia) merece ainda mais atenção. Não ter o documento, que confirma a vacinação contra esta e outras doenças, pode impedir que brasileiros pisem em território estrangeiro. Cada país tem suas restrições específicas e o ideal é que o viajante consulte o site da Anvisa, onde elas estão listadas. É bom ficar atento, pois, com o recente surto, países que antes não exigiam o documento passaram a pedir, como Paraguai, Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica, Equador e Cuba. Para emitir o certificado, é necessário agendar um horário no órgão e levar carteira de vacinação e um documento de identificação. Ainda, é bom lembrar que a OMS (Organização Mundial de Saúde) obriga que se tome a dose única integral da vacina, não a fracionada, e que o efeito passa a valer depois de 10 dias. Para solicitar a dose única, caso o posto de saúde esteja dando apenas a fracionada, é só levar sua passagem comprada, e informar que é por conta da viagem.

Falando em viagem, acidentes e outras coisas ruins podem acontecer em qualquer lugar, mas quando se está fora do país é mais complicado lidar com as dificuldades burocráticas e financeiras. Uma boa saída é fazer um seguro viagem, que pode cobrir desde assistência médica hospitalar até indenização em caso de bagagem extraviada. O preço do serviço – que engloba também seguro de vida, repatriação, assistência odontológica e farmácia – varia conforme os limites de coberturas.

Eu sempre recomendo o mesmo Seguro de Viagem: EASY SEGURO DE VIAGEM, e você ainda ganha desconto de 15% no SEGURO VIAGEM com o código CABIDE15OFF no site www.easyseguroviagem.com.br

Espero que você tenha gostado das dicas de hoje!

Um beijo.