O trabalho das Agências Selo Belta na pandemia

Pandemia do Coronavírus prova a importância de contar com o auxílio de profissionais especializados em momentos de dificuldade no intercâmbio!


Imagine a situação: você está sozinho, sem amigos e família por perto, em outro país, a milhares de quilômetros de casa. De repente, a rotina, que já fora modificada desde a saída do Brasil, sofre outro baque. Escolas e universidades fecham as portas. O comércio deixa de funcionar. Notícias aparecem dia após dia com informações sobre um vírus até então desconhecido. Novas palavra entram no vocabulário: pandemia, quarentena, coronavírus.

Parece roteiro de filme, mas assim foi o ano de 2020 para muitos estudantes que estavam no exterior antes, durante e depois da disseminação do Covid-19. Felizmente, para uma parcela dos intercambistas o final da história não é o de uma produção de terror. Isso porque eles contavam com o auxílio das agências selo Belta para lidar com as dificuldades da trama.

Da escolha do destino ao preenchimento de documentos, passando pela seleção do programa mais adequado e por questões logísticas, as agências selo Belta são referência para quem deseja tirar do papel os sonhos de realizar um intercâmbio. Mas, às vezes, nem todo o planejamento do mundo é capaz de criar uma barreira contra situações de problema. A pandemia provou que, sim, todos podemos ser afetados por surpresas negativas.

São nesses momentos que uma agência bem preparada se mostra vital para que, mesmo diante das adversidades, os impactos sobre o intercâmbio e sobre os alunos sejam reduzidos. “Com toda experiência, expertise e contatos que uma agência possui, contribuímos para resolução de situações como a da pandemia”, diz Antonio Bacelar Júnior, Diretor de Operações na Belta.

A equipe de uma agência selo Belta, bem preparada e treinada, sabe os caminhos para oferecer o melhor suporte e solução a seus clientes”. Thiago España, CEO de uma agência selo Belta.

Eu e a Belta separamos alguns depoimentos de quem viveu isso na pele:

Antônio Veloso
21 anos, de São Luís (MA)


Onde estava: Toronto, Canadá
O que estudava: College
A rotina antes da pandemia: “Corrida. Eu trabalhava pelas manhãs, as 20 horas semanais que a legislação permite, e à noite eu tinha aula. Com isso, eu passava o dia inteiro fora de casa”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Pensei que a galera tava surtando (risos). Por aqui, o pessoal começou a estocar comida em janeiro! Fui para o Brasil no carnaval e quando voltei, trabalhei por duas semanas e veio o lockdown. Fiquei muito assustado. Fiquei sem trabalho. Pensei em voltar para o Brasil”
Decisões tomadas:No momento em que não havia previsão de voltar a trabalhar e de receber algum dinheiro
– por aqui, sou remunerado por hora trabalhada –, pensei seriamente em voltar. Mas fiquei mais calmo depois de conversar com amigos. Duas semanas depois, comecei a receber uma espécie de auxílio emergencial dado pelo governo daqui e fiquei mais tranquilo”.
O auxílio da agência:Eles foram muito bons comigo. Sempre me deram o auxílio necessário e uma força pelo
fato de eu estar longe de casa naquele momento”.
O que diz a agência: “O Antônio teve um choque inicial, mas ficou tranquilo quando viu que estava em um lugar
seguro. Mantivemos contato frequente para checar a situação e nos colocamos à disposição
para organizar um possível retorno caso ele decidisse por isso, o que não aconteceu”.

Bárbara Demberi
19 anos, de São Paulo (SP)


Onde estava: Henderson, Kentucky, Estados Unidos
O que estudava: High School
A rotina antes da pandemia:Igual a de qualquer adolescente estadunidense: da manhã, ia para a escola,almoçava por lá mesmo, e depois do fim das aulas continuava na escola fazendo em atividades extras até minha host mom me buscar às 18h. Fazíamos as compras, jantávamos e conversávamos. No geral, a rotina era bem leve e tranquila, principalmente por estar em uma cidade pequena”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Inicialmente, eu não queria voltar. Já estava lá há 7 meses e faltava pouco para concluir o intercâmbio. Mas com tudo fechado, eu não estava tendo mais aulas e ninguém se encontrava. Deu uma sensação de desespero por estar sozinha e de não saber quando eu poderia voltar por conta do fechamento das fronteiras”.
Decisões tomadas:Depois de pensar muito e considerar o fato de ter problemas de saúde tratados com remédio controlado, achei mais seguro eu estar no Brasil junto com a minha família”.
O auxílio da agência:Perguntamos quais eram as melhores opções e eles nos tranquilizaram. Embora fosse uma decisão a ser tomada por minha família e eu, eles nos ajudaram oferecendo várias opções”.
O que diz a agência:A Bárbara ficou extremamente insegura, pois o pai estava no Brasil e a mãe e o irmão estavam na Austrália, também fazendo intercâmbio. Ajudamos muito no retorno de todos. Ela concluiu o High School, e não houve a necessidade de nenhum tipo de ressarcimento”.

Aline Carla Krüeger
19 anos, de Blumenau (SC)


Onde estava: Madison, New Jersey, Estados Unidos
O que estudava: Bacharelado em neurociência na Drew University
A rotina antes da pandemia:Bem movimentada. Tinha aulas presenciais nos laboratórios e estudava sozinha pelo menos seis horas por dia. No âmbito pessoal, todo dia era uma novidade. Saia bastante para conhecer lugares novos e falar com outros estudantes, locais e internacionais“.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Foi tudo bem rápido. Em um dia, os professores comentavam a respeito. Dias depois, vieram as notícias que o vírus havia se espalhado da China pra outros países. Durante um recesso de primavera, fui para o Texas e no aeroporto já havia uma preocupação maior. Quando voltei para o campus, dias depois a universidade cancelou as aulas presenciais“.
Decisões tomadas:As aulas foram declaradas remotas até o fim do semestre e o acesso ao campus fora proibido. Decidi que voltaria para o Brasil. Não queria, mas foi a melhor decisão. Lá, eu estaria sozinha, morando em um lugar que não conhecia bem e sem muito suporte emocional. Comprei a passagem em dois dias. Foi como se eu tivesse saído correndo”.
O auxílio da agência:Além das passagens, eles me ajudaram no visto e na documentação, principalmente. Essas questões internacionais são bem delicadas, e precisamos ter tudo bem esclarecido. Agora, acompanhamos a situação das restrições de viagem para que eu possa voltar”.
O que diz a agência:Ajudamos a Aline a lidar com a situação com calma, e demos o suporte necessário para que ela deixasse tudo arrumado na faculdade para quando voltasse. Estamos sempre em contato para que todas as matérias que ela esteja fazendo online estejam de acordo”.

Antônio Beirouth
17 anos, de São Luís (MA)


Onde estudava: Hannibal, Nova York, Estados Unidos
O que estudava: High School
A rotina antes da pandemia:Era bem simples. Eu ia para a escola pela manhã, praticava esportes – corrida – ao final das aulas e estudava em casa. Aos fins de semana, participava de competições e fazia atividades com minha host family, como trilhas e aulas de dança”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Achei que seria algo que duraria umas duas semanas, no máximo um mês, então nem me preocupei muito. Mas à medida que foi ficando mais sério, fiquei mais preocupado com minha família no Brasil. Minha cidade nos EUA tinha 5 mil habitantes, então a pandemia não  afetou drasticamente lá. Eu me sentia seguro, e tinha um pouco de receio de voltar logo”.
Decisões tomadas:As aulas ficaram todas online. Eu voltaria no fim de junho, mas voltei em maio. Acontece que o programa que participei recebeu uma notificação do departamento de estado de Nova York solicitando que todos os intercambistas fossem embora até o dia 30 de maio”.
O auxílio da agência:Eles auxiliaram bastante, sempre enviando mensagens e organizando reuniões online para saberem da situação e como estávamos lidando com tudo”.
O que diz a agência:O Antônio se sentiu tranquilo o período todo, e havia decidido por permanecer. Ele conseguiu concluir a graduação, mas precisou voltar por determinação do governo americano. Acompanhamos todos os trechos da viagem até o reencontro com a família”.

Gostou?! Então procure uma Agência Selo Belta e faça seu intercambio com a segurança e o
suporte necessário, mesmo com as adversidades que possam surgir!!!

Como planejar o Intercâmbio do zero

As Agências Selo Belta podem te ajudar em todo o processo!

Se você pesquisar “planejamento Mi Alves” na busca do youtube, você vai encontrar mil e um vídeos sobre planejamento, seja ele financeiro, de viagem, roteiro, intercâmbio…Eu adoro falar sobre isso, e sei que você também, então hoje vou te ensinar a planejar um intercâmbio do zero!

As Agências Selo Belta são especialistas no quesito intercâmbio e são a melhor escolha para te assessorar durante todo o processo! Nem sempre é fácil identificarmos a melhor opção ou a que mais combina com o nosso perfil, mas os agentes estão acostumados com esse tipo de situação e com certeza te auxiliarão na tomada de decisão mais assertiva! 

Separei 5 tópicos IMPORTANTÍSSIMOS para o planejamento de seu intercâmbio: 

1º Passo: Escolher o seu Objetivo

Quer aprender um novo idioma? 

Quer melhorar o idioma que você já vem aprendendo? 

Estudar para algum exame de proficiência?

Trabalhar enquanto estuda? 

Pense sobre isso! Definir os objetivos e metas da sua viagem facilitará outras decisões que você precisa tomar. Além disso, com objetivos claros, seu intercâmbio poderá ser melhor aproveitado!


2º Passo: Escolha o seu Destino:

O próximo passo é, levando em consideração o seu objetivo: escolher qual é o melhor destino para você colocá-lo em prática.  Por exemplo: Se for estudar idiomas e trabalhar, países como Austrália, Nova Zelândia e Irlanda te dão essa opção.  Já se for para aprender um idioma por pouco tempo, as opções são muitas e aí você pode levar também em consideração o clima, o seu estilo de vida, e o que quer visitar durante esse período.

Além de pesquisar muito sobre as possibilidades, você pode pedir o auxilio das Agências Selo Belta para encontrar o seu match perfeito!


3º Passo: Fazer muitos Orçamentos:

Agora que você já sabe o que quer fazer e para onde quer ir, é hora de começar a fazer vários orçamentos com diferentes agências de intercâmbio. Eu sempre indico pesquisar bastante sobre a agência, ver se ela tem o selo Belta, sua nota no Reclame Aqui, há quanto tempo está no mercado…Com esses orçamentos você terá uma noção de quanto custará o seu intercâmbio, e pode optar pela agência, escola e valor que te agradar mais.

Além disso você deve considerar outros gastos como: 

  • Acomodação 
  • Transporte
  • Alimentação
  • Seguro Viagem
  • Passagens 
  • Passaporte
  • Visto (caso seja necessário)
  • Dinheiro para gastar na viagem (lazer, cultura,etc)


4º Passo: Planejamento Financeiro:

Agora que você já sabe quanto precisará investir, é hora de começar a colocar dentro da sua rotina e planejamento financeiro, a ideia do intercâmbio. 

Colocá-lo como prioridade vai fazer com que você pense duas vezes antes de gastar dinheiro com alguma outra coisa que te tire do seu foco. Guarde um valor por mês, tente fazer algum freela na sua área, etc. 

É normal levar um ano, dois ou até 3 anos para planejar um intercâmbio, mas o bacana é saber que uma hora ele vai chegar, e vai ser uma das melhores experiências de toda a sua vida! 

 

5º Passo: Muita Pesquisa:

Pode levar tempo até você reunir todo o dinheiro do intercâmbio, e tá tudo bem! Enquanto isso, pesquise ao máximo sobre o seu destino, escola que irá estudar, passeios que você poderá fazer…essa é uma das etapas mais gostosas. 

Assista vídeos no Youtube, siga perfis de intercambistas no Instagram, leia blogs, e vá criando listas e planilhas com todas essas informações! Falando em planilhas, criei uma PLANILHA DO INTERCÂMBIO para te ajudar a se organizar durante todo o planejamento. 

E novamente, se for fazer um intercâmbio em 2022, 2023, 2024… faça através de uma agência Selo Belta! Invista na segurança de fechar com uma agência e receba todo o suporte e assessoria necessária para que essa experiencia seja INESQUECIVEL!

Vale dizer que hoje em dia está super tranquilo fechar o intercâmbio de forma online, então não necessariamente você precisa escolher agências só da sua cidade. Ok?

Assista ao meu vídeo sobre “Como planejar o intercâmbio do zero”:  

 

Top 5 destinos de Intercâmbio para 2022

Conheça o top 5 destinos mais procurados para intercâmbio em 2022 segundo a Pesquisa Selo Belta!

Todos os anos, a Belta – Associação de Agências de Intercâmbio, realiza a Pesquisa de Mercado Selo Belta. Nos últimos dois anos o assunto abordado foi o Impacto da Pandemia de COVID-19 no mercado de intercâmbio. No dia 23 de novembro aconteceu o lançamento oficial da pesquisa, que foi realizada através do patrocínio da Education New Zealand, produzida pela Mobilidade Acadêmica e recebeu apoio da FPP EDU Media. Nesse ano, a Belta contou com a participação de mais de 800 agentes e mais de 1400 estudantes na pesquisa, tanto do Brasil quanto de outros países da América Latina.


A pesquisa completa é distribuída apenas para os associados da Belta, mas consegui com exclusividade alguns dados muito importantes para nos estudantes. Separei o Top 5 destinos para ficar de olho em 2022 segunda a última Pesquisa de Mercado Selo Belta:

5° lugar: Nova Zelândia.

A gente já sabe que é um país lindo só de assistir O Senhor dos Anéis, mas a terra dos kiwis (nome que os locais ganharam em homenagem ao pássaro da região), é também muito hospitaleira, segura (segundo país mais seguro do mundo), com clima tropical e um dos destinos mais bacanas pra quem quer fazer um intercâmbio. Desde high school, passando por cursos de idiomas e intercâmbio universitário, tem de tudo! 

Fazer um curso de inglês e trabalhar temporariamente por lá é o que os intercambistas brasileiros mais procuram neste destino. A Nova Zelândia oferece ótimos benefícios para quem busca esse tipo de experiência. Estudantes matriculados em cursos com duração mínima de 14 semanas em uma escola de inglês de categoria 1, com carga horária de 20 horas por semana, podem obter a permissão de trabalho. Os estudantes de ensino superior podem trabalhar em período integral nas férias acadêmicas, além das 20 horas semanais. Já os alunos de Mestrado e Doutorado, podem trabalhar em período integral durante todo o programa!

4° lugar: Austrália

O maior país da Oceania, e uma das nações mais ricas do mundo! A Australia vem se tornando cada vez mais popular entre os intercambistas por oferecer tantas possibilidades! Você pode ir pra Austrália para fazer um curso de inglês de curto período, uma faculdade, poder trabalhar enquanto estuda, e até fazer High School! 

Só para você ter uma ideia, são mais de 1.200 centros de ensino espalhados pelo país, e além de cursos de idioma e programas de qualificação profissional, as universidades australianas são super reconhecidas!  Dos 100 melhores centros de ensino superior do mundo, 7 são australianos. Sem falar do fato de você poder desfrutar de paisagens incríveis, praias maravilhosas e clima parecido com o nosso! 

3° lugar : Reino Unido

O Reino Unido,  conjunto de quatro países : Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, tem se destacado entre os estudantes. O Reino Unido conta com um dos sistemas educacionais mais prestigiados do mundo e um dos destinos mais cobiçados para fazer intercâmbio, isso porque conta com todo aquele charme inglês que a gente vê nos filmes e séries.

Por lá você pode fazer High School, estudar inglês a partir de 1 semana e aplicar para universidades! De acordo com dados mais recentes, hoje em dia 19% dos estudantes matriculados em ensino superior por lá, são estrangeiros! O Reino Unido conta com algumas das melhores universidades do mundo, como Oxford e Cambridge, que em 2019 receberam os títulos de primeira e segunda melhores universidades do mundo, respectivamente.

E não é só isso, Londres também entra em rankings de melhores cidades do mundo para morar, além de ser super diversa e cosmopolita. Já se você quer um estilo de vida mais em conta, outras cidades da Inglaterra são tão incríveis quanto a capital, como Liverpool, Manchester e Brighton por exemplo. Sem esquecer dos outros países, Irlanda do Norte, País de Gales e Escócia, que tem seu charme único e ótimas opções de escolas de inglês e universidades! 

2° lugar:  EUA

Você provavelmente já visitou, ou tem o sonho de visitar os EUA, não é? Seja para curtir a iluminada Nova York, relaxar no Havaí, curtir as baladas de Miami ou ter uma noite “se beber não case” em Las Vegas, não é? Pois é, eu sei!

 Os EUA é um ótimo destino para nós intercambistas porque além de ser um país gigantesco, com opções para todos os gostos, é também muito rico quando o assunto é educação! Ao todo, são mais de 4.700 instituições de ensino superior e, atualmente, há 13.089 alunos brasileiros em programas de graduação e pós-graduação, fazendo do Brasil o 10º maior emissor de alunos para os EUA.

O país oferece uma grande diversidade de programas educacionais e além disso, são campeões de centros de ensino superior reconhecidos pela excelência acadêmica. Não por acaso, o país conta com a maior quantidade de universidades listadas entre as 200 melhores do mundo em todos os rankings internacionais.

Se você não pensa em fazer um ensino superior por lá, fica tranquilo porque existem muitas outras possibilidades como o próprio curso de inglês a partir de 1 semana, o programa de Au Pair, Camp Leader, Work and Travel e High  School! 

1°lugar: Canadá

O Canadá é um dos países que mais recebe estrangeiros, além de ter mil e uma oportunidades para todo tipo de perfil de estudante, ele também possui instituições de ensino reconhecidas e paisagens de tirar o fôlego. O país é grande e as principais cidades para fazer um intercâmbio são Toronto, Montreal e na outra ponta, Vancouver. 

Você pode ir pro Canadá para estudar inglês, francês, mas também para fazer High School, cursos profissionalizantes, Colleges ou aplicar para universidades! 

Além disso, o Canadá aparece em 1° lugar quando o assunto é qualidade de vida, segundo o ranking de melhores países do mundo, e é considerado um dos países mais calorosos com estrangeiros, já que grande parte da população é feita de imigrantes. 

E aí, algum desses países da lista te surpreendeu? Algum desses seria o seu destino dos sonhos? Procure uma Agência Selo Belta e comece agora o planejamento de seu tão sonhado intercâmbio! 

Assista ao meu vídeo “Top 5 destinos para 2022”: 

 

Ser Mulher X Fazer Intercâmbio:

Conheça a matéria da Revista Ei! Da Belta sobre Girl Power!

Todos os anos a BELTA  produz e distribui gratuitamente a Revista Ei! pelo Brasil, que nada mais é do que um guia COMPLETO de intercâmbio, com matérias incríveis sobre os destinos, tipos de cursos/ formatos de intercâmbio, além de claro: apresentar as Agências Selo Belta e seus membros colaboradores espelhados pelo mundo, desde escolas, plataformas e até empresas de cartão de crédito.  

Você pode conferir a versão online da revista ou solicitar a sua exemplar preenchendo o formulário no final da página. 

Hoje separei uma das minhas matérias preferidas da edição de 2021:

Girl Power

Pandemia, lockdown, distanciamento social, coronavírus… essas foram algumas das expressões que invadiram a nossa vida em 2020. 

Só que outras palavras de ordem, importantes para a nossa evolução enquanto sociedade, já estão entre nós há alguns anos – e, felizmente, devem se tornar mais e mais fortes: empoderamento feminino. 

O espaço e o papel da mulher na sociedade vêm mudando com o passar dos tempos, e o universo do intercâmbio reflete bem essa mudança. De acordo com a pesquisa de mercado selo Belta 2020, as mulheres corresponderam a 62% do público engajado com uma viagem internacional de estudos em 2019, uma tendência que segue em crescimento ano após ano. 

Lívia de Liz, gerente de marketing e vendas da agência selo Belta TravelMate, viu essa evolução nos próprios atendimentos. “Até meados de 2010, nosso público era majoritariamente masculino”, ela reflete, e adiciona que “a realidade mudou acompanhando os avanços que o movimento feminista vem trazendo para as mulheres nos últimos anos e, principalmente, na última década”.

Isso tem acontecido pelo fato de as mulheres estarem conseguindo se desprender dos antigos padrões impostos pela sociedade e enxergando novas possibilidades para a vida pessoal e profissional, além de só casar e ter filhos. Elas querem investir na carreira e precisam se destacar profissionalmente”, opina Roberta Gutschow, diretora da agência selo Belta Roda Mundo. “Além disso buscam bem-estar e novas experiências pessoais”. 

Quem se encaixa perfeitamente nessa descrição é Sônia Maria Freire, que não apenas quebra barreiras de gênero como também de idade. Desde 2018, a médica aposentada de 76 anos engatou quatro intercâmbios na sequência com objetivos bem simples, mas libertadores: “quis ter uma vivência diferente, fazer turismo e estudar”. 

Com a experiência de vida e de viagens de estudos para países como Malta, Irlanda, Inglaterra e África do Sul, Sônia conta que não se deparou com nenhuma situação especial pelo fato de ser mulher viajando para lugares com o objetivo de aprimorar o inglês e conhecer mais das culturas locais. Mas faz a ressalva: “Sabemos que a vida da mulher é uma constante luta. Em certos países muitos ganhos já foram incorporados ao cotidiano, mas em outros a situação ainda é muito difícil, e coloco o Brasil nesse patamar”. 

Segundo relatório divulgado em 2019 pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ocupa o 92° lugar entre 153 países do mundo quando o assunto é desigualdade de gênero. 

Até quando? 

As mulheres estão mais poderosas e, com isso, são mais decididas sobre o que querem”, analisa Roberta, da Roda Mundo. Sua voz ecoa nas palavras de Natália Sorrentino, que, aos 33 anos, já tem duas experiências de intercâmbio na bagagem.  “Acho que as mulheres são tão capazes quanto os homens de ir atrás de seus sonhos”, ela diz, por experiência própria. 

A primeira viagem de Natália aconteceu em março de 2011. Foram dois anos na Irlanda que serviram não apenas para desenvolver a fluência no inglês mas também para se transformar em uma outra pessoa. “Você amadurece, torna-se responsável por você mesma, precisa lidar com a consequência das suas escolhas, cai, levanta, quantas vezes forem necessárias”.

A experiência foi tão recompensante que levou a profissional do ramo da hotelaria a se dedicar, em 2017, a um novo intercâmbio, dessa vez para a Argentina. Em Buenos Aires, porém, vivenciou o que nenhuma mulher deveria sofrer em canto algum do mundo. No metrô, em direção a um festival de rua na capital argentina, um homem sentou-se ao seu lado. O vagão estava praticamente vazio. O homem começou a se tocar nas partes íntimas. “Quando me dei conta, levantei na hora e sentei-me, tremendo inteira, ao lado de uma mulher. Vendo minha reação, ela saiu correndo do trem na parada seguinte”. 

É difícil explicar algo que simplesmente não deveria acontecer, mas a questão é que houve um abuso de poder por parte do sexo masculino e eu me senti impotente perante os atos”, ela pontua sobre uma questão que afeta diversas mulheres pelo mundo. Até quando? 

Rumo à equidade 

Natália frisa que o acontecimento não a amedrontou a ponto de fazê-la desistir de seu sonho. Ela seguiu em frente. Além da fluência no espanhol e de fazer viagens pelo país com os amigos de curso, teve a oportunidade de trabalhar em um hostel, onde, ela destaca aos risos, “conheci meu namorado inglês, em um relacionamento que existe até hoje”.  

O importante não é destacar os desafios que tanto homens quanto mulheres encaram, mas sim, trazer que cada vez mais mulheres se sentem seguras para viajar – sozinhas ou não”, analisa Lívia, da TravelMate. “É claro que todos esses aspectos tem um peso diferente para mulheres em sociedades patriarcais e muitas vezes machistas, mas estamos avançando em direção à equidade de gênero na realização de intercâmbios assim como em qualquer outro aspecto analisado a partir da perspectiva de presença feminina”. 

Mais do que um meio de transformação pessoal e profissional, o intercâmbio é também uma forma de viagem, experiência após experiência, mudar o mundo, transformando-o em um lugar mais igualitário entre os gêneros. “A organização social patriarcal persiste tolhendo de muitas formas as ações femininas. As mulheres já eternizaram grandes ações na sociedade, mas necessitam de mais espaço para mostrar e desenvolver toda a potencialidade de trabalho em igualdade de condições com os homens”, arremata Sônia. O empoderamento feminino –  e o intercâmbio – estão aí para isso.

 Os 10 países mais igualitários entre os gêneros* 
(*fonte: Fórum Econômico Mundial) 

1 – Islândia 

2 – Noruega 

3 – Finlândia 

4 – Suécia 

5 – Nicarágua 

6 – Nova Zelândia 

7 – Irlanda 

8 – Espanha 

9 – Ruanda 

10 – Alemanha 

Muito legal né?! 

Pra conferir essas e outras matérias da Revista Ei! basta clicar AQUI

E não se esqueça, intercâmbio seguro é com as Agências Selo Belta

Encontre AQUI a melhor agência para você e comece hoje o seu sonho de ser intercambista!

3 coisas que você precisa saber sobre Higher Education!

Muitos de vocês me perguntam sobre Higher Education, então separei algumas dicas!

Higher Education, ensino superior em inglês, é a escolha perfeita para quem procura alavancar sua carreira profissional e potencializar seu currículo. Países como EUA, Canadá, Portugal, Alemanha, Irlanda, Inglaterra, Australia e Nova Zelândia oferecem cursos e programas para graduação, pós-graduação (como mestrado e doutorado), cursos profissionalizantes e extensões.

Além disso, é uma ótima oportunidade para quem sonha em morar no exterior, pois o processo de visto para estudante é mais simples e assertivo. Outra possibilidade é que alguns países oferecem visto de permanência com direito a trabalhar após o período dos estudos.

1- Pré Requisitos

Os pré-requisitos podem variar de acordo com cada curso e país, mas separei alguns documentos que podem ser solicitados:

 Histórico Escolar (Ensino médio e/ou Ensino Superior)
 Exame de admissão (ENEM/SAT/GRE/GMAT)
 Exame de Proficiência (TOEFL/IELTS/DELE)
 Carta de recomendação
 Redação
 Extracurricular
 Curriculum Vitae atualizado
 Portfólio

O que são SAT e GPA?

  • SAT: exame nacional do ensino médio nos Estados Unidos. Assemelha-se ao ENEM e é utilizado pelas universidades americanas no processo seletivo da graduação e também em processos seletivos de bolsas de estudo.
  • GPA: cálculo matemático que gera uma nota a partir das suas médias do ensino médio ou graduação. Esta nota é essencial para a análise do histórico escolar dos alunos.

Eu preciso de proficiência para fazer um curso de Higher Education?

Sim! Porém, há várias formas de atestar a sua proficiência. Atualmente, por exemplo, no Canadá, nos Estados Unidos e no Reino Unido, é possível realizar um curso preparatório que irá atestar o seu nível de inglês, e, neste processo, você não precisará apresentar um exame de proficiência tradicional (TOEFL ou IELTS). Da mesma forma, existem instituições cujo nível de inglês exigido é mais brando do que outras.

O que são TOELF e IELTS?

São os testes de proficiência em inglês mais conhecidos no mundo. Muitas universidades e instituições aderem o resultado desses testes como pré-requisito para ingresso do aluno.

TOEFL: É administrado pelo ETS e avalia habilidades de língua inglesa em estudantes que desejam estudar em universidades do exterior.
Nota : de 0 a 120 (mínimo exigido : 6 pontos).
Cada seção equivale a 30 pontos na nota final: Reading, Writing, Speaking e Lintening.

IELTS: É reconhecido por mais de 11.000 organizações, em mais de 140 países. O teste de inglês pode ser realizado no Brasil por meio do British Council, em várias capitais e cidades do país.
Nota: de 0 a 9 pontos
*A pontuação mínima exigida para esses testes pode variar de acordo com a instituição de ensino escolhida pelo aluno.

As Agências Selo Belta estão preparadas para te ajudar e orientar durante TODO o processo, por isso procure um agente e confirme as informações para o seu destino/programa escolhido.

2- Duração

Como existem tipos de programas diferentes, desde cursos profissionalizantes até doutorado, a duração varia de acordo com a grade do curso escolhido. Para cursos técnicos a média é de 1 a 3 anos, bacharelado de 3 a 5 anos, pós-
graduação e mestrado de 1 a 2 anos e meio e por fim, doutorado de 2 a 4 anos. Com certeza, as Agências Selo Belta te ajudarão a encontrar o programa que mais se adequa as suas necessidades e desejos.

3- É possível trabalhar durante o programa de Higher Education?

Na maioria dos casos, SIM! Países como Canadá, Alemaha, Irlanda, Austrália, EUA e Inglaterra disponibilizam a permissão de trabalho para os estudantes.

O Co-op é uma opção muito buscada no Canadá!

Co-op é um método que combina educação em sala de aula com experiência prática de trabalho. Para isso é preciso fazer algum curso nas áreas de Customer Service, Business, Marketing, Hotelaria ou Engenharia, em escolas que ofereçam a opção de Co-op, que se assemelha ao estágio no Brasil. Este curso pode ser técnico, de graduação ou pós-graduação em um College público ou particular, com duração superior a 6 meses.

Separei esses 3 pontos principais sobre Higher Education, mas como vocês sabem, o mais indicado é procurar uma Agência Selo Belta para que TODAS as suas dúvidas sejam esclarecidas e assim, você poderá escolher qual o melhor programa de intercâmbio para você!