O trabalho das Agências Selo Belta na pandemia

Pandemia do Coronavírus prova a importância de contar com o auxílio de profissionais especializados em momentos de dificuldade no intercâmbio!


Imagine a situação: você está sozinho, sem amigos e família por perto, em outro país, a milhares de quilômetros de casa. De repente, a rotina, que já fora modificada desde a saída do Brasil, sofre outro baque. Escolas e universidades fecham as portas. O comércio deixa de funcionar. Notícias aparecem dia após dia com informações sobre um vírus até então desconhecido. Novas palavra entram no vocabulário: pandemia, quarentena, coronavírus.

Parece roteiro de filme, mas assim foi o ano de 2020 para muitos estudantes que estavam no exterior antes, durante e depois da disseminação do Covid-19. Felizmente, para uma parcela dos intercambistas o final da história não é o de uma produção de terror. Isso porque eles contavam com o auxílio das agências selo Belta para lidar com as dificuldades da trama.

Da escolha do destino ao preenchimento de documentos, passando pela seleção do programa mais adequado e por questões logísticas, as agências selo Belta são referência para quem deseja tirar do papel os sonhos de realizar um intercâmbio. Mas, às vezes, nem todo o planejamento do mundo é capaz de criar uma barreira contra situações de problema. A pandemia provou que, sim, todos podemos ser afetados por surpresas negativas.

São nesses momentos que uma agência bem preparada se mostra vital para que, mesmo diante das adversidades, os impactos sobre o intercâmbio e sobre os alunos sejam reduzidos. “Com toda experiência, expertise e contatos que uma agência possui, contribuímos para resolução de situações como a da pandemia”, diz Antonio Bacelar Júnior, Diretor de Operações na Belta.

A equipe de uma agência selo Belta, bem preparada e treinada, sabe os caminhos para oferecer o melhor suporte e solução a seus clientes”. Thiago España, CEO de uma agência selo Belta.

Eu e a Belta separamos alguns depoimentos de quem viveu isso na pele:

Antônio Veloso
21 anos, de São Luís (MA)


Onde estava: Toronto, Canadá
O que estudava: College
A rotina antes da pandemia: “Corrida. Eu trabalhava pelas manhãs, as 20 horas semanais que a legislação permite, e à noite eu tinha aula. Com isso, eu passava o dia inteiro fora de casa”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Pensei que a galera tava surtando (risos). Por aqui, o pessoal começou a estocar comida em janeiro! Fui para o Brasil no carnaval e quando voltei, trabalhei por duas semanas e veio o lockdown. Fiquei muito assustado. Fiquei sem trabalho. Pensei em voltar para o Brasil”
Decisões tomadas:No momento em que não havia previsão de voltar a trabalhar e de receber algum dinheiro
– por aqui, sou remunerado por hora trabalhada –, pensei seriamente em voltar. Mas fiquei mais calmo depois de conversar com amigos. Duas semanas depois, comecei a receber uma espécie de auxílio emergencial dado pelo governo daqui e fiquei mais tranquilo”.
O auxílio da agência:Eles foram muito bons comigo. Sempre me deram o auxílio necessário e uma força pelo
fato de eu estar longe de casa naquele momento”.
O que diz a agência: “O Antônio teve um choque inicial, mas ficou tranquilo quando viu que estava em um lugar
seguro. Mantivemos contato frequente para checar a situação e nos colocamos à disposição
para organizar um possível retorno caso ele decidisse por isso, o que não aconteceu”.

Bárbara Demberi
19 anos, de São Paulo (SP)


Onde estava: Henderson, Kentucky, Estados Unidos
O que estudava: High School
A rotina antes da pandemia:Igual a de qualquer adolescente estadunidense: da manhã, ia para a escola,almoçava por lá mesmo, e depois do fim das aulas continuava na escola fazendo em atividades extras até minha host mom me buscar às 18h. Fazíamos as compras, jantávamos e conversávamos. No geral, a rotina era bem leve e tranquila, principalmente por estar em uma cidade pequena”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Inicialmente, eu não queria voltar. Já estava lá há 7 meses e faltava pouco para concluir o intercâmbio. Mas com tudo fechado, eu não estava tendo mais aulas e ninguém se encontrava. Deu uma sensação de desespero por estar sozinha e de não saber quando eu poderia voltar por conta do fechamento das fronteiras”.
Decisões tomadas:Depois de pensar muito e considerar o fato de ter problemas de saúde tratados com remédio controlado, achei mais seguro eu estar no Brasil junto com a minha família”.
O auxílio da agência:Perguntamos quais eram as melhores opções e eles nos tranquilizaram. Embora fosse uma decisão a ser tomada por minha família e eu, eles nos ajudaram oferecendo várias opções”.
O que diz a agência:A Bárbara ficou extremamente insegura, pois o pai estava no Brasil e a mãe e o irmão estavam na Austrália, também fazendo intercâmbio. Ajudamos muito no retorno de todos. Ela concluiu o High School, e não houve a necessidade de nenhum tipo de ressarcimento”.

Aline Carla Krüeger
19 anos, de Blumenau (SC)


Onde estava: Madison, New Jersey, Estados Unidos
O que estudava: Bacharelado em neurociência na Drew University
A rotina antes da pandemia:Bem movimentada. Tinha aulas presenciais nos laboratórios e estudava sozinha pelo menos seis horas por dia. No âmbito pessoal, todo dia era uma novidade. Saia bastante para conhecer lugares novos e falar com outros estudantes, locais e internacionais“.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Foi tudo bem rápido. Em um dia, os professores comentavam a respeito. Dias depois, vieram as notícias que o vírus havia se espalhado da China pra outros países. Durante um recesso de primavera, fui para o Texas e no aeroporto já havia uma preocupação maior. Quando voltei para o campus, dias depois a universidade cancelou as aulas presenciais“.
Decisões tomadas:As aulas foram declaradas remotas até o fim do semestre e o acesso ao campus fora proibido. Decidi que voltaria para o Brasil. Não queria, mas foi a melhor decisão. Lá, eu estaria sozinha, morando em um lugar que não conhecia bem e sem muito suporte emocional. Comprei a passagem em dois dias. Foi como se eu tivesse saído correndo”.
O auxílio da agência:Além das passagens, eles me ajudaram no visto e na documentação, principalmente. Essas questões internacionais são bem delicadas, e precisamos ter tudo bem esclarecido. Agora, acompanhamos a situação das restrições de viagem para que eu possa voltar”.
O que diz a agência:Ajudamos a Aline a lidar com a situação com calma, e demos o suporte necessário para que ela deixasse tudo arrumado na faculdade para quando voltasse. Estamos sempre em contato para que todas as matérias que ela esteja fazendo online estejam de acordo”.

Antônio Beirouth
17 anos, de São Luís (MA)


Onde estudava: Hannibal, Nova York, Estados Unidos
O que estudava: High School
A rotina antes da pandemia:Era bem simples. Eu ia para a escola pela manhã, praticava esportes – corrida – ao final das aulas e estudava em casa. Aos fins de semana, participava de competições e fazia atividades com minha host family, como trilhas e aulas de dança”.
As primeiras reações com as notícias do vírus:Achei que seria algo que duraria umas duas semanas, no máximo um mês, então nem me preocupei muito. Mas à medida que foi ficando mais sério, fiquei mais preocupado com minha família no Brasil. Minha cidade nos EUA tinha 5 mil habitantes, então a pandemia não  afetou drasticamente lá. Eu me sentia seguro, e tinha um pouco de receio de voltar logo”.
Decisões tomadas:As aulas ficaram todas online. Eu voltaria no fim de junho, mas voltei em maio. Acontece que o programa que participei recebeu uma notificação do departamento de estado de Nova York solicitando que todos os intercambistas fossem embora até o dia 30 de maio”.
O auxílio da agência:Eles auxiliaram bastante, sempre enviando mensagens e organizando reuniões online para saberem da situação e como estávamos lidando com tudo”.
O que diz a agência:O Antônio se sentiu tranquilo o período todo, e havia decidido por permanecer. Ele conseguiu concluir a graduação, mas precisou voltar por determinação do governo americano. Acompanhamos todos os trechos da viagem até o reencontro com a família”.

Gostou?! Então procure uma Agência Selo Belta e faça seu intercambio com a segurança e o
suporte necessário, mesmo com as adversidades que possam surgir!!!

Como planejar o Intercâmbio do zero

As Agências Selo Belta podem te ajudar em todo o processo!

Se você pesquisar “planejamento Mi Alves” na busca do youtube, você vai encontrar mil e um vídeos sobre planejamento, seja ele financeiro, de viagem, roteiro, intercâmbio…Eu adoro falar sobre isso, e sei que você também, então hoje vou te ensinar a planejar um intercâmbio do zero!

As Agências Selo Belta são especialistas no quesito intercâmbio e são a melhor escolha para te assessorar durante todo o processo! Nem sempre é fácil identificarmos a melhor opção ou a que mais combina com o nosso perfil, mas os agentes estão acostumados com esse tipo de situação e com certeza te auxiliarão na tomada de decisão mais assertiva! 

Separei 5 tópicos IMPORTANTÍSSIMOS para o planejamento de seu intercâmbio: 

1º Passo: Escolher o seu Objetivo

Quer aprender um novo idioma? 

Quer melhorar o idioma que você já vem aprendendo? 

Estudar para algum exame de proficiência?

Trabalhar enquanto estuda? 

Pense sobre isso! Definir os objetivos e metas da sua viagem facilitará outras decisões que você precisa tomar. Além disso, com objetivos claros, seu intercâmbio poderá ser melhor aproveitado!


2º Passo: Escolha o seu Destino:

O próximo passo é, levando em consideração o seu objetivo: escolher qual é o melhor destino para você colocá-lo em prática.  Por exemplo: Se for estudar idiomas e trabalhar, países como Austrália, Nova Zelândia e Irlanda te dão essa opção.  Já se for para aprender um idioma por pouco tempo, as opções são muitas e aí você pode levar também em consideração o clima, o seu estilo de vida, e o que quer visitar durante esse período.

Além de pesquisar muito sobre as possibilidades, você pode pedir o auxilio das Agências Selo Belta para encontrar o seu match perfeito!


3º Passo: Fazer muitos Orçamentos:

Agora que você já sabe o que quer fazer e para onde quer ir, é hora de começar a fazer vários orçamentos com diferentes agências de intercâmbio. Eu sempre indico pesquisar bastante sobre a agência, ver se ela tem o selo Belta, sua nota no Reclame Aqui, há quanto tempo está no mercado…Com esses orçamentos você terá uma noção de quanto custará o seu intercâmbio, e pode optar pela agência, escola e valor que te agradar mais.

Além disso você deve considerar outros gastos como: 

  • Acomodação 
  • Transporte
  • Alimentação
  • Seguro Viagem
  • Passagens 
  • Passaporte
  • Visto (caso seja necessário)
  • Dinheiro para gastar na viagem (lazer, cultura,etc)


4º Passo: Planejamento Financeiro:

Agora que você já sabe quanto precisará investir, é hora de começar a colocar dentro da sua rotina e planejamento financeiro, a ideia do intercâmbio. 

Colocá-lo como prioridade vai fazer com que você pense duas vezes antes de gastar dinheiro com alguma outra coisa que te tire do seu foco. Guarde um valor por mês, tente fazer algum freela na sua área, etc. 

É normal levar um ano, dois ou até 3 anos para planejar um intercâmbio, mas o bacana é saber que uma hora ele vai chegar, e vai ser uma das melhores experiências de toda a sua vida! 

 

5º Passo: Muita Pesquisa:

Pode levar tempo até você reunir todo o dinheiro do intercâmbio, e tá tudo bem! Enquanto isso, pesquise ao máximo sobre o seu destino, escola que irá estudar, passeios que você poderá fazer…essa é uma das etapas mais gostosas. 

Assista vídeos no Youtube, siga perfis de intercambistas no Instagram, leia blogs, e vá criando listas e planilhas com todas essas informações! Falando em planilhas, criei uma PLANILHA DO INTERCÂMBIO para te ajudar a se organizar durante todo o planejamento. 

E novamente, se for fazer um intercâmbio em 2022, 2023, 2024… faça através de uma agência Selo Belta! Invista na segurança de fechar com uma agência e receba todo o suporte e assessoria necessária para que essa experiencia seja INESQUECIVEL!

Vale dizer que hoje em dia está super tranquilo fechar o intercâmbio de forma online, então não necessariamente você precisa escolher agências só da sua cidade. Ok?

Assista ao meu vídeo sobre “Como planejar o intercâmbio do zero”:  

 

Ano Voluntário Social na Alemanha FSJ

Nos últimos anos a Alemanha tem se tornado um destino muito buscado por intercambistas. Paisagens de tirar o fôlego, história pra todo lado, qualidade de vida, custo de vida justo, localização geográfica central na Europa para viajar…Esses são só alguns pontos que me chamaram atenção na maior economia da Europa. 

Se você sonha em fazer intercâmbio na Europa e não tem rios de dinheiro pra investir, fica aqui que eu vou te contar tudo sobre meu intercâmbio de baixo custo na Alemanha e como você pode participar desse tipo de intercâmbio também.  Meu nome é Anália Mendonça, sou uma poliglota apaixonada por conhecer novas culturas e idiomas. Sou teacher de inglês, e produzo conteúdo no Instagram sobre aprendizado de idiomas. 

A Mi Alves me convidou pra te apresentar aqui o FSJ  – Freiwilliges Soziales Jahr (Ano Voluntário Social Remunerado na Alemanha), projeto que fiz parte durante 1 ano e 7 meses em terras germânicas, me proporcionou uma vivência de vida incrível e de quebra, ainda a oportunidade de conhecer 10 países. 

No dia 2 de agosto de 2017 eu embarquei na aventura mais incrível da minha vida! Fui fazer um intercâmbio na Alemanha. Até chegar lá eu ainda tinha muitas incertezas sobre como o programa funcionava, mas depois que cheguei vi que tinha feito a melhor escolha possível.

FSJ sigla para Freiwilliges Soziales Jahr (Ano Voluntário Social) é um programa mantido pelo Governo Alemão e foi isso que me deu segurança para embarcar nesta aventura.  Mais abaixo vou detalhar todos os custos e o investimento que eu fiz, que já adianto foi muito baixo comparado a outras opções. É importante frisar que eu recebia remuneração pelo trabalho que realizava lá e que este valor é pouco, porém foi suficiente para eu me manter com uma vida simples e ainda viajar muito.

Durante meu intercâmbio eu morei em Schwäbisch Hall, uma cidade pequena do distrito de Baden Wurttemberg, próxima a Estugarda (Stuttgart em alemão). Lá eu trabalhei em uma instituição especializada para crianças e jovens com deficiência. Minha jornada de trabalho era de oito horas diárias, trabalhava de segunda à sexta e sempre tinha fins de semana e feriados livres, além de ter direito à 28 dias úteis de férias a cada 12 meses. 

O FSJ 

O FSJ Freiwilliges Soziales Jahr (Ano Voluntário Social) é um ano para jovens de 17 à 27 anos de idade, que já tenham concluído a escola. Se você tem mais de 27 anos, existe um outro programa no estilo do FSJ e com regras parecidas, chamado BFD (Bundesfreiwilligendienst). Estes são programas para pessoas do mundo todo, inclusive para os alemães. 

O FSJ possui uma carga de trabalho de até 40 horas semanais. Você pode atuar em diversas áreas, como cuidador de crianças com deficiência, cuidador de idosos com deficiência, ajudante em salas de aula para pessoas com necessidades especiais, ajudante em oficinas de trabalho para pessoas com necessidades especias, etc. 

O intercâmbio é regulamentado pelo Governo Alemão e também é possível realizá-lo na Áustria.
Como aplicar e como funciona o processo seletivo?

Quando você quer fazer um FSJ você pode procurar diretamente uma das instituições que recebem voluntários, como o Sonnenhof e.V, onde eu trabalhei, ou procurar uma das instituições “meio” que viabilizam a chegada de estrangeiros à Alemanha (o que é mais indicado), como o Diakonie, a Fundação Caritas ou o ICE (Initiative Christen für Europa e.V.). Este último foi o que eu apliquei e acredito que seja a melhor opção.

O ICE, instituição que fez meu processo seletivo e me acompanhou com seminários de capacitação durante todo o meu intercâmbio, é uma instituição sem fins lucrativos que viabiliza o acontecimento do FSJ. É com eles que você vai precisar falar.

Não é necessário pagar nada ao ICE. Eles abrem o processo seletivo, você aplica, se você se encaixar no perfil eles te orientam a como chegar até a Alemanha e te direcionam para um local de trabalho que pode ser em qualquer região da Alemanha.

Meu processo seletivo durou mais de um mês. Primeiro eu apliquei para o ICE, peguei todas as informações no site deles. Na aplicação precisei enviar:
– Meu currículo;
– Uma carta de motivação explicando porque eu queria participar do FSJ;
– Uma carta de recomendação, que poderia ser de um chefe, um líder religioso, de um professor;
– Cópia do Passaporte;

Meu currículo e a minha carta de motivação enviei em alemão. Já a carta de recomendação enviei não só uma, mas duas, e em inglês. O ideal é enviar tudo em alemão, mas eu não falava alemão tão bem e tanto no currículo, quando na carta de motivação deixei claro, que estava traduzindo para alemão com a ajuda de uma tradutora.

O ICE prioriza pessoas que falem alemão para realizar o intercâmbio, mas eu não falava quando fui, e nem meu namorado que foi 6 meses depois de mim, nem muitas outras pessoas que me contactaram através do meu instagram e que aplicaram depois, e conseguiram!

O perfil que o ICE busca é de jovens engajados, que já tenham trabalhado em diversas áreas sociais e que queiram fazer o bem! Se você fizer o processo seletivo direitinho e souber se vender, você consegue. Mas o segredo é: quanto mais alemão você souber, mais chances, e quanto mais trabalho voluntátio prévio você tiver, também!

Além disso, o ICE busca pessoas tolerantes que saibam conviver bem com gente de outras culturas, com opiniões e perfis diferentes, pois junto de você será aprovado um grupo de até 50 pessoas, que são dos mais diversos países do mundo e você precisa estar aberto para as diferenças culturais que irão surgir na convivência com estas pessoas.

Em resumo, eu diria que se você tem o desejo de aplicar para o FSJ, o ideal é começar a estudar alemão, para ter pelo menos uma comunicação básica, além de ter pelo menos 2 meses de experiência com trabalhos sociais e se mostrar uma pessoa aberta. Inglês é um diferencial e obrigatório se seu nível de alemão foi baixo.

Depois que você aplica para o ICE, se eles acharem que você pode ter perfil para o FSJ, eles realizam uma entrevista por Skype e te dão uma resposta um tempo depois. Com essa resposta eles geralmente enviam duas ou três opções de locais de trabalho para você.

No meu caso recebi duas e escolhi o Sonnenhof e.V em Schwäbisch Hall. Uma escola para pessoas com deficiência. Trabalhava de segunda feira, no horário da aula, que normalmente ia de 8h45 às 15h45.

Quando você seleciona o lugar de trabalho, eles te enviam o contrato e aí você precisa ir para um consulado alemão para aplicar para o visto. Sobre isso você pode ver mais no site do consulado da Alemanha no Brasil e o ICE, fornece todas as informações também quando você é aprovado.

Quanto paguei pra fazer o intercâmbio?

Bom, como disse meu investimento foi muito baixo se comparado a outros tipos de intercâmbio. Já tinha feito outro intercâmbio em 2013 na Inglaterra e o investimento neste da Alemanha foi infinitamente menor.

Quando eu apliquei não precisei pagar nada para o ICE. Quando o ICE me aprovou eu fui direcionada e orientada a tirar meu visto de FSJ, aí foi meu primeiro investimento financeiro. Lá no consulado eu tive que pagar por conta própria meu visto, que custa 75 euros, aproximadamente 300 reais (cotação da época que paguei).

Para aplicar para o visto você precisa ter um seguro saúde, mas isso o próprio ICE organiza para você junto do seu local de trabalho. Ou seja, não precisei pagar nada pelo seguro saúde, nem quando fui, nem no 1 ano e sete meses que estive lá, sempre foi pago pelo meu local de trabalho. Antes de você ir para o consulado o ICE já envia o documento do seguro pago para você.

Na minha cidade não tinha consulado, eu tive que pagar minha passagem de ida e volta para Recife, mas isso vai depender se na sua cidade tem consulado ou não. Minha passagem custou 350 reais ida e volta. Tudo no consulado relacionado ao visto foi resolvido em um dia.

Com visto aprovado, eu tive a resposta final de que iria para a Alemanha, pense em uma alegria! Pois bem, a passagem de ida para a Alemanha é paga pelo intercâmbista e a de volta pelo próprio ICE. O valor da passagem de ida varia muito, como eu me inscrevi já tarde e eu não tinha muito tempo até a data de inicio do projeto, minha passagem foi um pouco cara, por volta de R$2.200,00 reais a ida, mas como disse é possível encontrar preços bem mais em conta, quando meu namorado foi, por exemplo, pagou cerca de R$1.300 reais pela ida.

Além disso, levei 500 euros comigo, como uma reserva financeira para comprar roupa de frio e para emergências.

Pronto. Isso foi tudo que tive que pagar! Meu visto, minha passagem para tirar o visto (só porque na minha cidade não tinha consulado), minha passagem de ida pra Alemanha e um dinheiro que eu quis levar por segurança. 

Tá, e quanto era meu “salário”?

Importante frisar que se trata de um trabalho voluntário, então o que você recebe na verdade é uma ajuda de custo, mas eu vivia e viajava somente com esse valor. Além disso você recebe benfícios, como moradia, o que diminui muito os seus custos.

No Sonnenhof eu recebi um apartamento para morar, mobiliado, não precisava pagar água, luz, Internet, nem nenhum eletrodoméstico ou móvel da casa. Eles também me davam todos os materiais de limpeza que precisava durante o mês. Além disso, se desse algum problema no apartamento, o conserto técnico era por conta deles.

Eu recebia também uma ajuda de custo financeira de 400 euros por mês. Esse dinheiro era para eu me manter, me alimentar, comprar roupa e medicamentos. Mas com muito planejamento e uma vida simples, foi também suficiente para eu conhecer incontáveis cidades em um ano e meio.

Durante meu horário de trabalho fazia muitas refeições no próprio local de trabalho. Sempre tinha almoço. Isso me poupava bastante dinheiro também.

Tem muito mais!

Esse é um intercâmbio ainda pouco conhecido pelos brasileiros e com muitas oportunidades e pontos importantes. Acho que não mencionei que eles me pagaram dois cursos pra estudar alemão, né? Teve isso também, além de treinamentos prévios pra aprender a trabalhar com pessoas com deficiência, algumas viagens bate-volta de 1 dia pra conhecer cidades da Alemanha e a cultura do país, e um fim de semana em Berlim.

Se tiver qualquer dúvida sobre o FSJ, você pode falar comigo no meu Instagram, sempre tenho o maior prazer do mundo em ajudar outras pessoas a viverem essa experiência, que marcou tanto a minha vida e me trouxe tantos aprendizados. Vai ser um prazer falar com você por lá! 

Só digo uma coisa: SE JOGA! 

5 motivos para fazer Intercâmbio com Agência

Desde 2015, a Belta – primeira Associação de Agências de Intercâmbio no Brasil, instituiu o Selo Belta, um selo de qualidade para as agências de intercâmbio que comprova suas condições técnicas e saúde financeira, além de apresentar diversas cartas de referências de suas acreditações para comprovar sua idoneidade no mercado brasileiro.

Um dos principais motivos antes de iniciar nossa lista é a importância das agências de intercâmbio que empregam milhares de brasileiros e contribuem para nossa economia funcionar. Só para você ter uma ideia, a Belta representa 75% do mercado de educação internacional, em números…estamos falando de mais de 600 agências de intercâmbio entre franquias e pontos de vendas!

Agora que você já sabe um dos motivos extras, veja os 5 motivos do porquê você deve escolher fazer o seu intercâmbio com uma agência:

  1.       Segurança: você está protegido pela lei do consumidor

As agências de intercâmbio são responsáveis legalmente por tudo que vende quando você assina seu contrato, por isso, é importante ter o acompanhamento de uma agência séria, que cuidará desde o seu curso, passagens até sua acomodação. Leia atentamente seu contrato, nele, há cláusulas importantes como multa por cancelamento e detalhes do pacote. Lembrete: imprevistos podem acontecer. Entender se terá prejuízo caso desista de realizar a viagem e/ou precise postergar são importantes antes de assinar.

  1.       Atendimento de um profissional especializado

O profissional deve já ter experiência no destino escolhido por você e/ou treinamentos e informações completas sobre o pacote como um todo. Ou seja, perceba o grau de instrução, os detalhes que ele te passar sobre preço, hospedagem, aéreo… enfim tudo pertinente para a realização do intercâmbio. Os agentes da Belta são treinados periodicamente para oferecer um serviço de qualidade.  Fique atento se a agência é certificada pela Belta.

  1. Um mundo de opções!

As agências Selo Belta representam instituições sérias e isso evita surpresas desagradáveis como, por exemplo, a escola e a acomodação serem bem diferentes do que você leu na internet. Além disso, as agências têm diversas opções de escolas e vão te oferecer a que mais se encaixa no seus objetivos seja em qualidade ou em orçamento.

  1.       Suporte no pré, durante e pós viagem

Sentir aquele frio na barriga antes de embarcar, é super normal, mas é muito importante que você esteja se sentindo seguro e confortável durante toda sua experiência. Por isso, as agências Belta oferecem um suporte antes do seu embarque, durante a sua viagem e no seu retorno. Durante a pandemia, muitas agências auxiliaram estudantes que estavam fora do país a retornarem ao Brasil com segurança. 

  1.       O intercâmbio é personalizado

Se você ainda tem muitas dúvidas quanto ao país de destino ou sobre o curso, a agência de intercâmbio irá se atentar a todos os detalhes para oferecer a você uma experiência que combina com o seu perfil, desde pequenos detalhes como fazer perguntas sobre seus gostos, para ver se você se dá melhor em destinos com neve ou sol, por exemplo, até as melhores opções de cursos, tempo para aprender o idioma, escolas e acomodações. Tudo será pensado para combinar com o seu planejamento financeiro e seus gostos pessoais.

Saiba mais informações em www.belta.org.br ou envie um e-mail para [email protected]

ESSA POSTAGEM É PATROCINADA PELA BELTA.
UMA VEZ POR MÊS A ASSOCIAÇÃO CONTARÁ COM UM POST NESTE SITE.

Motivos para Praticar Pilates

Em Maio de 2017 eu comecei a praticar pilates na Academia Viva Fitness aqui em Blumenau-SC e desde então eu me sinto tão feliz, realizada e de bem comigo mesma.

Eu sempre tive um problema com academia, exercícios físicos, ou qualquer outra modalidade que exigisse muito do meu corpo, movimentos rápidos, peso, dor.  Sempre me matriculava na academia, me obrigando a praticar alguma coisa, e depois de algumas semanas, desistia. No pilates eu encontrei o equilíbrio do meu corpo e da minha mente.

É louco pensar como uma técnica consegue envolver tantas coisas, como: respiração, paciência, força, movimentos leves, calmaria…

Acredito que você já tenha ouvido falar do Pilates, não é? Mas aposto que não sabe sobre sua origem, benefícios e a que tipo de pessoa ele é indicado. A maioria das pessoas me olha com cara de “nossa como você é uma senhora de idade” quando eu falo que faço pilates, mas muito pelo contrário meu caro, deixa eu explicar direitinho:

O pilates é um método de condicionamento físico que surgiu na Alemanha em meados do século 18 pelo incrível Joseph Pilates que praticava em si mesmo alguns exercícios de alongamento, que aparentemente são suaves, mas que exigem força e elasticidade.

Esse método atende aquele grupo de pessoas (tipo eu) que não se sentem bem em academias comuns, crossfit, corridas, e preferem atividades tranquilas, suaves e que tenham maior ligação entre corpo e mente.

O pilates exige muito da minha atenção, concentração, respiração e fluidez para que o exercício seja realizado da forma correta. Todo dia é um aprendizado novo e eu já me sinto muito mais calma, com menos ansiedade, além de ter melhorado muito a minha coordenação motora.

As aulas de pilates são feitas de forma individual ou no máximo em dupla, onde ficam somente você, sua parceira e a professora na sala com os aparelhos que também são padrão deste método. Além do pilates studio, com  os aparelhos, existe também o pilates mat, que é solo e utiliza somente colchonete, bola, elástico e outros poucos objetos.

Seja qual for o pilates que você escolher, pratique! Procure um bom estúdio na sua cidade e abra a oportunidade para uma aula experimental. Minha postura e dores nas costas melhoraram muito!

Se você for de Blumenau eu indico de olhos fechados o estúdio de pilates da Academia Viva Fitness, uma academia feita por mulheres, SÓ para mulheres!!!

Um beijo e até a próxima.